Segurança digital

93% aceitam loira desconhecida em redes sociais

Você aceitaria?

por Cauã Taborda, de INFO Online

SÃO PAULO – Um estudo da empresa de segurança BitDefender mostra que 93,6% dos usuários de redes sociais aceitam pedido de amizade de perfil feminino desconhecido.

A pesquisa consultou 2 mil usuários de todo o mundo (mil homens e mil mulheres) em uma rede social, com a finalidade de avaliar a facilidade com que novos perfis são aceitos nas redes. Um perfil falso, representando uma mulher loira de 21 anos agindo como uma “interlocutora ingênua”, foi aceita por 1.872 pessoas.

Outro dado revelado pela pesquisa mostra que 86% dos usuários que acreditaram no perfil são da área de tecnologia da informação, sendo que 31% deles trabalham em segurança de TI. Entre os motivos dos usuários para a aceitação do perfil estão: ela tem uma cara adorável (53%), um rosto conhecido, mas não me lembro onde nos conhecemos (17%), uma pessoa que trabalha na mesma área (24%), um perfil interessante (6%).

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A tecnologia e a infância (Parte IV: Gerenciando os riscos)

Lições aprendidas

Lições aprendidas

Hoje em dia, já crescido, tenho a visibilidade que tive uma boa educação. Os meus sucessos no âmbito social e profissional comprovam que adquiri conceitos e critérios capazes de garantir um futuro promissor e tranquilo. O diálogo e limites rígidos foram às principais referências utilizadas pelos meus pais durante a minha infância. Não posso prever qualquer imprevisto, mas consigo enxergar um caminho de oportunidades.

Não é possível avaliar se a dose adotada foi a ideal. Contudo, como ninguém se dedica visando o erro, a minha mãe costuma dizer que preferiu exagerar pelo zelo a errar pela omissão. Além disso, busca justificar os seus eventuais equívocos afirmando que nenhum filho vem com manual de instruções e que precisou atuar de acordo com as suas convicções.

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Bebê à prova de balas

Desde os ataques terroristas de 11 de setembro, que completaram 8 anos nesse mês, o mundo entrou em alerta máximo para se proteger do terrorismo. Os aeroportos e as grandes cidades, principalmente dos Estados Unidos e da Europa, adotaram medidas extremas contra a possibilidade de novos ataques terroristas com bombas, armas químicas e biológicas. Isso tudo, aliado a já existente paranóia com a violência vivida nos grandes centros urbanos, só agravou o clima de insegurança e medo da população.

Bullet Proof Baby

Bullet Proof Baby

Recordando este fato e seus efeitos, lembrei de um site que encontrei há dois anos e que me deixou, no mínimo, chocada. Trata-se do Bullet Proof Baby (Bebê à Prova de Balas), que se dedica a anunciar produtos para a proteção de bebês. Mas não se trata de qualquer proteção, e sim de artigos que salvam o seu pequeno bebê de ataques a bomba, armas químicas e rajadas de metralhadoras. Básico, não é?

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A segurança na era tecnológica (Parte II: Identificando os riscos)

Segurança da informação

Segurança da informação

Quando pensamos em segurança, logo nos vem a cabeça questões que envolvem crimes ou situações públicas. Acredito ser meramente normal tal associação, principalmente às pessoas que residem em grandes cidades onde a violência costuma estampar as principais páginas dos jornais. Contudo, no contexto técnico e social, segurança pode admitir inúmeros comportamentos e interpretações.

Em uma definição objetiva para a palavra “segurança” pode-se afirmar que é a condição de estar protegido de perigo ou perda. Mas, em uma visão ampla e genérica, como podemos definir perigo e segurança em suas diferentes formas e atuação? Como a sociedade vem se comportando frente a forte evolução tecnológica em questões que envolvem segurança?

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Guarda Municipal treina para usar arma não-letal no Rio

A Taser, como é chamada a arma que dispara dois dardos que produzem choque de 5.000 volts e paralisa os músculos do suspeito, sem impedir as funções cardíacas e pulmonares, será usada nas ruas do Rio de Janeiro pela Guarda Municipal. Os oficiais aguardam apenas autorização do Exército para iniciar o uso. Veja o vídeo.

Reportagem: André Naddeo.
Fonte: UOL

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Pesquisadores usam PlayStation 3 para quebrar cadeados

O poder de processamento de 200 consoles PS3 foi necessário para o experimento que provou a fragilidade de assinaturas digitais em MD5. (Foto: Divulgação )

O poder de processamento de 200 consoles PS3 foi necessário para o experimento que provou a fragilidade de assinaturas digitais em MD5. (Foto: Divulgação)

Um grupo de pesquisadores de segurança divulgou na terça-feira (30), durante a conferência 25C3, em Berlim, os resultados de um experimento que provou a possibilidade de realização de um ataque em Autoridades Certificadoras (ACs) que ainda utilizam o algoritmo conhecido como MD5 (Message-Digest, algoritmo 5). Liderado por Alex Sotirov e Jacob Appelbaum, o grupo utilizou para isso o poder de processamento de nada menos que 200 consoles Playstation 3.

Por ter uma grande capacidade de processamento, esse videogame vem sendo utilizado para realizar pesquisas robustas — uma iniciativa desse tipo está em andamento na Unicamp, por exemplo.

O ataque divulgado nesta semana não é simples, mas como resultado os pesquisadores conseguiram criar uma AC falsa para assinar seus certificados, gerando facilmente um desses documentos para qualquer site que quisessem. Mesmo para páginas fraudulentas.

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Facebook ganha ação de US$ 873 milhões contra spammer

RIO – Um juiz federal norte-americano ordenou a um spammer que pague uma indenização recorde de US$ 873 milhões ao Facebook. Um canadense chamado Adam Guerbuez utilizou a rede de contatos sociais para enviar mensagens não-solicitadas. O Facebook não espera receber sequer um valor próximo a essa soma, mas a empresa acredita que o fato pode desencorajar outros possíveis infratores.

- Estamos confiantes que esta soma representa uma importante dissuasão para qualquer um que busque abusar do Facebook e de seus usuários – disse o diretor de segurança do site Facebook, Max Kelly, no blog oficial do site.

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Familiares de mortos da Providência processam Google

Violência

Violência

AE – Agencia Estado

SÃO PAULO – Familiares dos três jovens do Morro da Providência, no centro do Rio, assassinados em junho, após serem entregues por militares do Exército a traficantes do Morro da Mineira, na zona norte, entraram na Justiça contra o site de buscas Google. O objetivo da ação, impetrada na 30ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado, é remover da internet um e-mail apócrifo intituladoAs fotos dos três anjinhos mortos no Rio“.

Reproduzido em várias páginas, o texto relata as passagens dos jovens pela polícia e traz fotos deles armados e identificados como os mortos. “As informações sobre as passagens pela polícia são falsas e os adolescentes mostrados não são eles”, afirma o advogado das vítimas e presidente do Instituto dos Defensores dos Direitos Humanos, João Tancredo.

Divulgação

Divulgação

Segundo ele, a defesa dos militares anexou o e-mail ao autos do processo. Usuários do site de relacionamentos Orkut, da Google, publicaram o texto e as fotos. Um deles na comunidade chamada “Marinha do Brasil”. Após listar os supostos crimes cometidos pelas três vítimas e até pela mãe de um deles, o e-mail, sem assinatura, critica o presidente Lula por “dar pensão para esta gente” e acusa a “mídia parcial, o governo sem caráter, os políticos abaixo da crítica e ONGs defensores do crime”. Tancredo informou que a Advocacia-Geral da União já estuda os valores das indenizações que serão pagas aos familiares dos jovens mortos.

Referência: Estadão.com.br

Confesso que recebi esse e-mail e fiquei bastante assustado. Desde quando assisti a uma palestra de segurança da informação, na época que trabalhei na Marinha do Brasil, avalio essas mensagens com mais cautela. Principalmente, as ditas anônimas.

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