Profissão e carreira

Clip-musical, empreendendo para a paz em pequenas atitudes

Trabalho em equipe

Em um mundo tão competitivo, muitas são as competências exigidas pela sociedade. A escola, por sua vez, precisa assumir a responsabilidade e se adequar em busca de processos educacionais que atendam as novas tendências e formem cidadãos mais preparados. Com isso, diversos projetos surgem com enfoque ao empreendedorismo nas escolas.

O projeto intitulado como “Clip-musical” surgiu como uma atividade da disciplina de empreendedorismo do Centro de ensino São José da capital paulista. A idéia surgiu com o objetivo de estimular os alunos a e profissionais a produzirem um clipe e assim desenvolver competências como o trabalho em equipe, autoconfiança, organização, tomada de decisões, entre outros.

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Os erros e acertos do líder paternalista

por Maiara Tortorette

Há pouco tempo, delegar tarefas e cobrar resultados era responsabilidade do chefe “de seção”, temido por uns e inacessível a outros, cargo normalmente ocupado por um funcionário de carreira, assim reconhecido pelos patrões. Hoje, essa figura do passado tornou-se líder de equipe no mundo corporativo; o quadro mudou e esse profissional se tornou peça fundamental junto à equipe de colaboradores, assumindo um relacionamento muito mais direto e eficaz, sendo um real “apoio” em cada área e departamento.

São diversos os perfis de liderança, dentre eles o modelador, o autoritário, o diretivo, o participativo, o visionário, entre outros, e cada um apresenta vantagens e desvantagens para a organização. Alguns com habilidades aguçadas para resultados e metas, outros com incrível facilidade em otimizar o nível de satisfação dos colaboradores. Mas afinal, existe um perfil de liderança ideal?

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Marina Grossi: consciência sustentável nas empresas

Por Caio Lauer

A preocupação com o meio ambiente já é realidade no mundo corporativo. Grandes empresas enxergaram que preocupação ambiental está totalmente associada a manter a própria sustentabilidade da empresa.

O jornal Carreira & Sucesso conversou com Marina Grossi, presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável. O CEBDS existe há 13 anos e é uma coalizão dos maiores e mais expressivos grupos corporativos do Brasil. Com faturamento anual correspondente a 40% do PIB nacional, essas companhias geram juntas mais de 600 mil empregos diretos e um número maior ainda de empregos indiretos.

Marina fala sobre sua carreira, aponta a responsabilidade que as organizações devem ter com a sustentabilidade, e apresenta as oportunidades de novos negócios para as companhias e profissionais.

Ótima leitura!

Você tem um vasto currículo profissional na área de sustentabilidade. Como sua carreira se desenhou para esse ramo?

Sou economista por formação e em 1997, trabalhei no serviço público, na área de planejamentos. Fui negociadora do governo brasileiro para a área de Mudança do Clima e cuidei particularmente da construção do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, no Ministério de Ciências de Tecnologia. Esse foi meu primeiro contato profissional com a área de sustentabilidade. Nesta época, o tema era quase que desconhecido, poucas pessoas eram envolvidas com ele.

Os assuntos ligados às alterações climáticas são geopolíticos e têm relação com nosso padrão de vida atual. Ele permeia o universo dos transportes, planejamento urbano, entre outros, do nosso dia a dia. É uma questão que sempre me inquietou. Acabei ficando mais tempo agindo nesse segmento porque o leque de opções para atuar é tão grande que a diversificação de conhecimento é maior e sempre existem novos desafios. Então, fui assessora do Ministério – assessorei o ministro Ronaldo Sardenberg -, depois trabalhei na coordenação das Câmaras Temáticas de Mudança do Clima e Energia, e fui coordenadora do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas.

Posteriormente, abri uma consultoria, chamada Fábrica Ethica Brasil (FEB) e comecei a me envolver cada vez mais na área de sustentabilidade. A FEB focou bastante seus serviços em finanças sustentáveis. Buscando novos trabalhos nesta área, acabei chegando até o CEBDS, desenvolvi atividades que tomaram muito meu tempo lá dentro e acabei me tornando assessora da presidência, e posteriormente, diretora.

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Convivendo com a competição

por Maiara Tortorette

O mercado de trabalho está cada vez mais concorrido, no entanto, a busca e conquista do emprego é somente o princípio da competitividade profissional. Dentro das organizações, essa também é uma prática comum e não se pode definir o ônus desta competição, senão diante do contexto e objetivos a que se propõe alcançar.

Em uma equipe de vendas, por exemplo, estimular a competição é extremamente saudável, aumenta a probabilidade de crescimento nos resultados e premia os profissionais de melhor desempenho. No entanto, no caso da disputa por uma promoção, por exemplo, a situação pode ser desagradável e criar um clima negativo dentro da empresa e entre os colaboradores.

Orlando Pavani Junior, CEO da Gauss Consulting, acredita que com regras bem definidas e de comum acordo, uma disputa pode ser saudável tanto à empresa quanto aos colaboradores. “O que traz sucesso e saúde refere-se preponderantemente ao compartilhamento livre dos critérios adotados para a competição meritocrática (sistema onde o mérito pessoal determina a hierarquia), o que, infelizmente nem sempre acontece. Ou seja, as empresas estabelecem critérios competitivos sem entrar em acordo com todas as partes interessadas”.

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Trabalho em equipe: desenvolva esta habilidade

por Maiara Tortorette

Saber trabalhar em equipe é característica essencial para se conseguir uma oportunidade no mercado de trabalho. O projeto ou trabalho, que antigamente era realizado de forma mais individual, hoje tem uma característica mais coletiva. Reunindo a experiência de cada um, a divisão intelectual das atividades, potencializa os resultados. Na maioria dos processos seletivos, essa habilidade se tornou um diferencial. Aquele que não atende a esse perfil, dificilmente conquista a colocação almejada, uma vez que a comunicação é ferramenta chave em qualquer relação, principalmente profissional.

Gestores precisam e querem colaboradores que se comuniquem, que construam ideias novas e que pensem juntos para o desenvolvimento da empresa. Se até pouco tempo atrás apenas os profissionais de nível hierárquico mais elevado podiam (e deviam) contribuir com a empresa nesse sentido, hoje o comprometimento coletivo é imprescindível, independente de cargos e funções, atribuindo assim a devida importância à convivência em grupo.

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Como evitar a demissão?

por Maiara Tortorette

O assunto demissão ronda o cotidiano de profissionais e empresas no mundo atual. Se por um lado a organização exige bons resultados, comprometimento e pontualidade na entrega de projetos, por outro, o colaborador cobra uma boa remuneração, espera reconhecimento pelo trabalho desenvolvido e sonha com o emprego ideal. Mas afinal, quais os reais motivos que levam o funcionário a pedir demissão? E por que as empresas demitem?

Não existe apenas um motivo para a saída de um profissional da empresa, muito pelo contrário, as justificativas são diversas. Para Nancy Assad, consultora de comunicação estratégica, a empresa pode apresentar alguns momentos de corte ou reestruturação, mas o que realmente define a demissão de um bom profissional é a incompatibilidade de objetivos. “Os principais motivos, falando genericamente, são quando a empresa está em processo de mudança, ou o funcionário tem um determinado comportamento ou atitude que não seja adequado ao ambiente organizacional e as regras propostas”, explica.

No caso das empresas, é sempre importante que seja realizada uma avaliação do profissional, e que a análise dos pontos positivos permita que se possa estudar, trabalhar e reverter os negativos. Em grande parte das situações, manter o funcionário que já conhece a rotina e possui experiência em determinada área é mais vantajoso e leva menos tempo do que começar do zero, admitindo um novo profissional. Dessa forma, é fundamental que seja realizado um trabalho de recuperação com o colaborador mais antigo, desde que, evidentemente, haja interesses comuns e empenho nesse sentido.

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A importância da aplicação de treinamento nas organizações

por Maiara Tortorette

Desde a implantação das primeiras fábricas e indústrias no mundo corporativo, o treinamento já era utilizado como ferramenta de organização e qualificação do trabalho. Com o passar dos anos, esse processo ganhou ainda mais força e se tornou essencial para as empresas que pretendem se destacar no mercado e que apostam em bons profissionais para oferecer serviços de qualidade.

Muito mais do que passar conhecimento, os treinamentos têm como objetivo capacitar profissionais que, por sua vez, devem atender as expectativas das empresas. Treinar é a palavra chave para os que almejam sucesso, e muitas organizações já contam com planejamentos e programações especiais, focadas em suas necessidades, para construir equipes preparadas e atualizadas.

Para Carlos Cruz, Coach Executivo, apesar do principal objetivo dos treinamentos ser a lucratividade da empresa, eles também acabam contribuindo para a vida profissional e pessoal do colaborador. “É comum que as organizações invistam tanto em treinamentos técnicos como comportamentais, já que têm metas estratégicas a serem alcançadas. Essas metas normalmente estão relacionadas ao faturamento ou crescimento do market share”, explica. “Os treinamentos também ajudam as pessoas a discutir problemas do negócio para criar melhorias; sendo assim, os benefícios são inúmeros, entre eles o desenvolvimento profissional e pessoal dos trabalhadores”.

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Bombeiros usam tecnologia para localização de corpos no Morro do Bumba

Por Charles Rodrigues

Rio – A tecnologia tem sido uma grande aliada nas buscas às vítimas do deslizamento de terra no Morro do Bumba, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Com a ajuda de um aparelho de GPS e o auxílio de moradores, o coronel bombeiro Vinicius Mynssen, comandante das operações, conseguiu localizar dois corpos entre os entulhos, durante o trabalho de buscas no último domingo. Até o início da manhã desta segunda-feira, um total de 36 corpos já foram resgatados pelos bombeiros.

“É muito remota a chance de encontrarmos sobreviventes. Essa região era um lixão e havia muito detritos. O chorume é letal ao ser humano e ecelera a decomposição dos corpos. O odor resultado da putrefação dos corpos pode,no entento, indicar a localização de corpos”, disse o oficial bombeiro.

Bombeiro usa aparelho de telefone celular com GPS para localizar corpos nos escombros | Foto: Eduardo Naddar / Agência O Dia

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