Profissão e carreira

O mundo está chato. E você faz parte disso!

Você certamente viu ou ouviu falar sobre o “tchauzinho” de despedida que a repórter Mariana Godoy fez no final do último debate entre os candidatos a Prefeitura do Rio de Janeiro. No momento, a repórter respondia ao comentário do candidato Marcelo Crivella que disse que o sucesso do debate teria sido fruto da beleza das âncoras. Veja o vídeo abaixo:

Logicamente, o assunto tomou as redes sociais, com opiniões de todos os lados, acirrando ainda mais a disputa pela Prefeitura de uma das cidades mais importe do país. Mas precisamos falar de machismo e feminismo. E o que você tem a ver com isso?

Então, o mundo está chato? Está! Sim, preciso concordar que há muito exagero na cautela com alguns preconceitos seja contra negros, mulher e homossexuais.

Mas vamos cair na real! O mundo precisou ficar chato a partir de percebermos as consequências da zona de conforto da classe dominante e isso reflete na VIDA de muita gente!

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Mesmo com menores salários, mulheres buscam igualdade

“Não existem mais mulheres como as de antigamente”. É comum escutarmos esta frase nos dias de hoje, pois realmente as mulheres de alguns anos atrás não existem mais. Elas evoluíram, conquistaram seu espaço no mundo e saíram em busca de reconhecimento profissional, deixando de cuidar apenas da família e da casa. Passaram a entrar nas organizações em áreas que jamais imaginaram atuar, lutam pelos seus direitos e, principalmente, pela igualdade de condições no mercado.

No entanto, mesmo após todas estas conquistas e a valorização no âmbito profissional, a constatação – segundo a 32ª edição da Pesquisa Salarial e de Benefícios da Catho Online, que estudou as principais diferenças entre homens e mulheres no mercado de trabalho – ainda aponta para uma inegável desigualdade salarial.

Para Silvana Di Marco, gerente da Pesquisa Salarial, o percentual de diferença salarial entre os sexos em todos os níveis hierárquicos é de 32,28%. Entretanto, ela esclarece que essa diferença tem fatores ligados não somente à discriminação sexual, mas também à diferença regional e até mesmo ao porte da empresa, uma vez que grande parte das mulheres atuam em pequenas e médias empresas. “Nas grandes empresas onde normalmente os salários são maiores (com faturamento acima de R$ 300 milhões), a porcentagem de mulheres é bem menor (28,5%)”, explica.

Outro fator que pode ter forte influência quanto às diferenças salariais é o de as mulheres ainda manterem uma “dupla jornada”, uma vez que, mesmo saindo para trabalhar, continuam cuidando das obrigações de casa. Desta forma, além de se preocuparem em manter uma estabilidade maior, não saindo em busca de novas oportunidades com melhor remuneração como fazem os homens, muitas acabam priorizando uma ocupação com horários mais flexíveis ou jornada reduzida, preenchendo, assim, cargos hierarquicamente inferiores aos dos homens.

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Mudar de carreira: qual o momento certo?

por Maiara Tortorette

Mudar de carreira é uma decisão que não deve ser tomada de um dia para o outro. Iniciar uma nova trajetória profissional pode ser o caminho adequado para muitos profissionais que não encontram satisfação e sucesso naquilo que fazem, no entanto, é preciso muita cautela para avaliar se esta é apenas uma vontade momentânea, causada por problemas na empresa ou até mesmo por um projeto que não deu certo, ou se realmente este momento merece atenção e investimento.

Sulivan Franca

Recomeçar exige muito mais do que vontade e entusiasmo. Além de aceitar uma remuneração mais baixa, o que é comum quando não se tem muita experiência em determinada área, o profissional também deve entender que precisará de muita dedicação para que o mercado o reconheça e para que seja capaz de assumir um novo cargo tendo as habilidades exigidas pelas organizações. Mas afinal, por onde começar?

“O primeiro ponto é identificar por qual motivo o profissional quer mudar de carreira”, define Sulivan França, presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching. Para ele é importante que se entenda o ocorrido para que este mesmo fator não volte a acontecer no futuro, seja nesta ou em outra área futura. Além disso, trata-se de uma reflexão tão necessária quanto imprescindível na escolha da futura carreira profissional, o que exige muito mais ponderação e objetividade para maiores probabilidades de acerto.

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As oportunidades profissionais nas redes sociais

por Caio Lauer

Recentemente, o Facebook anunciou a marca de 500 milhões de usuários ativos em todo o mundo. Este é apenas um exemplo do poder e da influência que as redes sociais têm atualmente em todas as regiões e culturas do mundo. As empresas, antenadas nesta onda que veio para ficar, enxergaram nestes meios digitais a oportunidade de criar canais de relacionamento com clientes e divulgação de produtos e serviços. É deste contexto que surge o profissional dedicado exclusivamente às mídias sociais.

Cargos relacionados especificamente nas redes já são mais comuns hoje em dia. De dois anos para cá, diversas funções foram criadas nas corporações, como analista de redes sociais, editores, responsáveis pela qualidade de posts (avaliam quais irão ou não para o ar) e ocorreu toda uma estruturação específica para esse segmento. Uma pesquisa feita no Brasil pela Deloitte, empresa de auditoria e consultoria empresarial, sobre a área apontou que as mídias sociais, como Facebook, Twitter e Orkut, estão presentes em 70% das empresas.

Edney Souza

Apesar do “boom” deste setor, o mercado ainda não está totalmente maduro em relação a posicionamento de cargos e salários, mas com a importância e tamanho que as comunidades virtuais estão tomando na vida das pessoas e do mercado, isto tende a se concretizar e se perpetuar. “Temos analista de mídias sociais e gerente de mídias sociais, basicamente são profissionais de comunicação com foco em relacionamento na internet. É bem provável que esses cargos sejam renomeados num futuro próximo”, aponta Edney Souza, Diretor de Operações da Polvora! Comunicação.

E qual o papel desses profissionais, afinal? As aptidões necessárias para desempenhar as funções são a facilidade de comunicação, ser sociável, experiência no uso das ferramentas para uso pessoal e conhecimento dos riscos da má utilização no ambiente corporativo. O analista de mídias sociais, cargo mais usual da área, cuida da presença da marca nas redes sociais, escreve posts, responde comentários, monitora menções da marca e intermedia as conversações da empresa com seus consumidores e público alvo. No site da Catho Online, em 17/09/10 foram identificadas mais de 100 vagas para a função, com faixa salarial de R$ 510 a R$ 2.700.

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Clip-musical, empreendendo para a paz em pequenas atitudes

Trabalho em equipe

Em um mundo tão competitivo, muitas são as competências exigidas pela sociedade. A escola, por sua vez, precisa assumir a responsabilidade e se adequar em busca de processos educacionais que atendam as novas tendências e formem cidadãos mais preparados. Com isso, diversos projetos surgem com enfoque ao empreendedorismo nas escolas.

O projeto intitulado como “Clip-musical” surgiu como uma atividade da disciplina de empreendedorismo do Centro de ensino São José da capital paulista. A idéia surgiu com o objetivo de estimular os alunos a e profissionais a produzirem um clipe e assim desenvolver competências como o trabalho em equipe, autoconfiança, organização, tomada de decisões, entre outros.

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Os erros e acertos do líder paternalista

por Maiara Tortorette

Há pouco tempo, delegar tarefas e cobrar resultados era responsabilidade do chefe “de seção”, temido por uns e inacessível a outros, cargo normalmente ocupado por um funcionário de carreira, assim reconhecido pelos patrões. Hoje, essa figura do passado tornou-se líder de equipe no mundo corporativo; o quadro mudou e esse profissional se tornou peça fundamental junto à equipe de colaboradores, assumindo um relacionamento muito mais direto e eficaz, sendo um real “apoio” em cada área e departamento.

São diversos os perfis de liderança, dentre eles o modelador, o autoritário, o diretivo, o participativo, o visionário, entre outros, e cada um apresenta vantagens e desvantagens para a organização. Alguns com habilidades aguçadas para resultados e metas, outros com incrível facilidade em otimizar o nível de satisfação dos colaboradores. Mas afinal, existe um perfil de liderança ideal?

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Marina Grossi: consciência sustentável nas empresas

Por Caio Lauer

A preocupação com o meio ambiente já é realidade no mundo corporativo. Grandes empresas enxergaram que preocupação ambiental está totalmente associada a manter a própria sustentabilidade da empresa.

O jornal Carreira & Sucesso conversou com Marina Grossi, presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável. O CEBDS existe há 13 anos e é uma coalizão dos maiores e mais expressivos grupos corporativos do Brasil. Com faturamento anual correspondente a 40% do PIB nacional, essas companhias geram juntas mais de 600 mil empregos diretos e um número maior ainda de empregos indiretos.

Marina fala sobre sua carreira, aponta a responsabilidade que as organizações devem ter com a sustentabilidade, e apresenta as oportunidades de novos negócios para as companhias e profissionais.

Ótima leitura!

Você tem um vasto currículo profissional na área de sustentabilidade. Como sua carreira se desenhou para esse ramo?

Sou economista por formação e em 1997, trabalhei no serviço público, na área de planejamentos. Fui negociadora do governo brasileiro para a área de Mudança do Clima e cuidei particularmente da construção do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, no Ministério de Ciências de Tecnologia. Esse foi meu primeiro contato profissional com a área de sustentabilidade. Nesta época, o tema era quase que desconhecido, poucas pessoas eram envolvidas com ele.

Os assuntos ligados às alterações climáticas são geopolíticos e têm relação com nosso padrão de vida atual. Ele permeia o universo dos transportes, planejamento urbano, entre outros, do nosso dia a dia. É uma questão que sempre me inquietou. Acabei ficando mais tempo agindo nesse segmento porque o leque de opções para atuar é tão grande que a diversificação de conhecimento é maior e sempre existem novos desafios. Então, fui assessora do Ministério – assessorei o ministro Ronaldo Sardenberg -, depois trabalhei na coordenação das Câmaras Temáticas de Mudança do Clima e Energia, e fui coordenadora do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas.

Posteriormente, abri uma consultoria, chamada Fábrica Ethica Brasil (FEB) e comecei a me envolver cada vez mais na área de sustentabilidade. A FEB focou bastante seus serviços em finanças sustentáveis. Buscando novos trabalhos nesta área, acabei chegando até o CEBDS, desenvolvi atividades que tomaram muito meu tempo lá dentro e acabei me tornando assessora da presidência, e posteriormente, diretora.

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Convivendo com a competição

por Maiara Tortorette

O mercado de trabalho está cada vez mais concorrido, no entanto, a busca e conquista do emprego é somente o princípio da competitividade profissional. Dentro das organizações, essa também é uma prática comum e não se pode definir o ônus desta competição, senão diante do contexto e objetivos a que se propõe alcançar.

Em uma equipe de vendas, por exemplo, estimular a competição é extremamente saudável, aumenta a probabilidade de crescimento nos resultados e premia os profissionais de melhor desempenho. No entanto, no caso da disputa por uma promoção, por exemplo, a situação pode ser desagradável e criar um clima negativo dentro da empresa e entre os colaboradores.

Orlando Pavani Junior, CEO da Gauss Consulting, acredita que com regras bem definidas e de comum acordo, uma disputa pode ser saudável tanto à empresa quanto aos colaboradores. “O que traz sucesso e saúde refere-se preponderantemente ao compartilhamento livre dos critérios adotados para a competição meritocrática (sistema onde o mérito pessoal determina a hierarquia), o que, infelizmente nem sempre acontece. Ou seja, as empresas estabelecem critérios competitivos sem entrar em acordo com todas as partes interessadas”.

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