Profissão e carreiraClip-musical, empreendendo para a paz em pequenas atitudes![]() Trabalho em equipe Em um mundo tão competitivo, muitas são as competências exigidas pela sociedade. A escola, por sua vez, precisa assumir a responsabilidade e se adequar em busca de processos educacionais que atendam as novas tendências e formem cidadãos mais preparados. Com isso, diversos projetos surgem com enfoque ao empreendedorismo nas escolas. O projeto intitulado como “Clip-musical” surgiu como uma atividade da disciplina de empreendedorismo do Centro de ensino São José da capital paulista. A idéia surgiu com o objetivo de estimular os alunos a e profissionais a produzirem um clipe e assim desenvolver competências como o trabalho em equipe, autoconfiança, organização, tomada de decisões, entre outros.
Os erros e acertos do líder paternalistapor Maiara Tortorette
São diversos os perfis de liderança, dentre eles o modelador, o autoritário, o diretivo, o participativo, o visionário, entre outros, e cada um apresenta vantagens e desvantagens para a organização. Alguns com habilidades aguçadas para resultados e metas, outros com incrível facilidade em otimizar o nível de satisfação dos colaboradores. Mas afinal, existe um perfil de liderança ideal?
Marina Grossi: consciência sustentável nas empresasPor Caio Lauer A preocupação com o meio ambiente já é realidade no mundo corporativo. Grandes empresas enxergaram que preocupação ambiental está totalmente associada a manter a própria sustentabilidade da empresa. O jornal Carreira & Sucesso conversou com Marina Grossi, presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável. O CEBDS existe há 13 anos e é uma coalizão dos maiores e mais expressivos grupos corporativos do Brasil. Com faturamento anual correspondente a 40% do PIB nacional, essas companhias geram juntas mais de 600 mil empregos diretos e um número maior ainda de empregos indiretos. Marina fala sobre sua carreira, aponta a responsabilidade que as organizações devem ter com a sustentabilidade, e apresenta as oportunidades de novos negócios para as companhias e profissionais. Ótima leitura!
Sou economista por formação e em 1997, trabalhei no serviço público, na área de planejamentos. Fui negociadora do governo brasileiro para a área de Mudança do Clima e cuidei particularmente da construção do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, no Ministério de Ciências de Tecnologia. Esse foi meu primeiro contato profissional com a área de sustentabilidade. Nesta época, o tema era quase que desconhecido, poucas pessoas eram envolvidas com ele. Os assuntos ligados às alterações climáticas são geopolíticos e têm relação com nosso padrão de vida atual. Ele permeia o universo dos transportes, planejamento urbano, entre outros, do nosso dia a dia. É uma questão que sempre me inquietou. Acabei ficando mais tempo agindo nesse segmento porque o leque de opções para atuar é tão grande que a diversificação de conhecimento é maior e sempre existem novos desafios. Então, fui assessora do Ministério – assessorei o ministro Ronaldo Sardenberg -, depois trabalhei na coordenação das Câmaras Temáticas de Mudança do Clima e Energia, e fui coordenadora do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas. Posteriormente, abri uma consultoria, chamada Fábrica Ethica Brasil (FEB) e comecei a me envolver cada vez mais na área de sustentabilidade. A FEB focou bastante seus serviços em finanças sustentáveis. Buscando novos trabalhos nesta área, acabei chegando até o CEBDS, desenvolvi atividades que tomaram muito meu tempo lá dentro e acabei me tornando assessora da presidência, e posteriormente, diretora.
Convivendo com a competiçãopor Maiara Tortorette
Em uma equipe de vendas, por exemplo, estimular a competição é extremamente saudável, aumenta a probabilidade de crescimento nos resultados e premia os profissionais de melhor desempenho. No entanto, no caso da disputa por uma promoção, por exemplo, a situação pode ser desagradável e criar um clima negativo dentro da empresa e entre os colaboradores. Orlando Pavani Junior, CEO da Gauss Consulting, acredita que com regras bem definidas e de comum acordo, uma disputa pode ser saudável tanto à empresa quanto aos colaboradores. “O que traz sucesso e saúde refere-se preponderantemente ao compartilhamento livre dos critérios adotados para a competição meritocrática (sistema onde o mérito pessoal determina a hierarquia), o que, infelizmente nem sempre acontece. Ou seja, as empresas estabelecem critérios competitivos sem entrar em acordo com todas as partes interessadas”.
Trabalho em equipe: desenvolva esta habilidadepor Maiara Tortorette Saber trabalhar em equipe é característica essencial para se conseguir uma oportunidade no mercado de trabalho. O projeto ou trabalho, que antigamente era realizado de forma mais individual, hoje tem uma característica mais coletiva. Reunindo a experiência de cada um, a divisão intelectual das atividades, potencializa os resultados. Na maioria dos processos seletivos, essa habilidade se tornou um diferencial. Aquele que não atende a esse perfil, dificilmente conquista a colocação almejada, uma vez que a comunicação é ferramenta chave em qualquer relação, principalmente profissional. Gestores precisam e querem colaboradores que se comuniquem, que construam ideias novas e que pensem juntos para o desenvolvimento da empresa. Se até pouco tempo atrás apenas os profissionais de nível hierárquico mais elevado podiam (e deviam) contribuir com a empresa nesse sentido, hoje o comprometimento coletivo é imprescindível, independente de cargos e funções, atribuindo assim a devida importância à convivência em grupo.
Como evitar a demissão?por Maiara Tortorette O assunto demissão ronda o cotidiano de profissionais e empresas no mundo atual. Se por um lado a organização exige bons resultados, comprometimento e pontualidade na entrega de projetos, por outro, o colaborador cobra uma boa remuneração, espera reconhecimento pelo trabalho desenvolvido e sonha com o emprego ideal. Mas afinal, quais os reais motivos que levam o funcionário a pedir demissão? E por que as empresas demitem?
No caso das empresas, é sempre importante que seja realizada uma avaliação do profissional, e que a análise dos pontos positivos permita que se possa estudar, trabalhar e reverter os negativos. Em grande parte das situações, manter o funcionário que já conhece a rotina e possui experiência em determinada área é mais vantajoso e leva menos tempo do que começar do zero, admitindo um novo profissional. Dessa forma, é fundamental que seja realizado um trabalho de recuperação com o colaborador mais antigo, desde que, evidentemente, haja interesses comuns e empenho nesse sentido.
A importância da aplicação de treinamento nas organizaçõespor Maiara Tortorette Desde a implantação das primeiras fábricas e indústrias no mundo corporativo, o treinamento já era utilizado como ferramenta de organização e qualificação do trabalho. Com o passar dos anos, esse processo ganhou ainda mais força e se tornou essencial para as empresas que pretendem se destacar no mercado e que apostam em bons profissionais para oferecer serviços de qualidade.
Para Carlos Cruz, Coach Executivo, apesar do principal objetivo dos treinamentos ser a lucratividade da empresa, eles também acabam contribuindo para a vida profissional e pessoal do colaborador. “É comum que as organizações invistam tanto em treinamentos técnicos como comportamentais, já que têm metas estratégicas a serem alcançadas. Essas metas normalmente estão relacionadas ao faturamento ou crescimento do market share”, explica. “Os treinamentos também ajudam as pessoas a discutir problemas do negócio para criar melhorias; sendo assim, os benefícios são inúmeros, entre eles o desenvolvimento profissional e pessoal dos trabalhadores”.
Bombeiros usam tecnologia para localização de corpos no Morro do BumbaPor Charles Rodrigues Rio – A tecnologia tem sido uma grande aliada nas buscas às vítimas do deslizamento de terra no Morro do Bumba, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Com a ajuda de um aparelho de GPS e o auxílio de moradores, o coronel bombeiro Vinicius Mynssen, comandante das operações, conseguiu localizar dois corpos entre os entulhos, durante o trabalho de buscas no último domingo. Até o início da manhã desta segunda-feira, um total de 36 corpos já foram resgatados pelos bombeiros. “É muito remota a chance de encontrarmos sobreviventes. Essa região era um lixão e havia muito detritos. O chorume é letal ao ser humano e ecelera a decomposição dos corpos. O odor resultado da putrefação dos corpos pode,no entento, indicar a localização de corpos”, disse o oficial bombeiro. ![]() Bombeiro usa aparelho de telefone celular com GPS para localizar corpos nos escombros | Foto: Eduardo Naddar / Agência O Dia
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Há pouco tempo, delegar tarefas e cobrar resultados era responsabilidade do chefe “de seção”, temido por uns e inacessível a outros, cargo normalmente ocupado por um funcionário de carreira, assim reconhecido pelos patrões. Hoje, essa figura do passado tornou-se líder de equipe no mundo corporativo; o quadro mudou e esse profissional se tornou peça fundamental junto à equipe de colaboradores, assumindo um relacionamento muito mais direto e eficaz, sendo um real “apoio” em cada área e departamento.
Você tem um vasto currículo profissional na área de sustentabilidade. Como sua carreira se desenhou para esse ramo?
O mercado de trabalho está cada vez mais concorrido, no entanto, a busca e conquista do emprego é somente o princípio da competitividade profissional. Dentro das organizações, essa também é uma prática comum e não se pode definir o ônus desta competição, senão diante do contexto e objetivos a que se propõe alcançar.
Não existe apenas um motivo para a saída de um profissional da empresa, muito pelo contrário, as justificativas são diversas. Para Nancy Assad, consultora de comunicação estratégica, a empresa pode apresentar alguns momentos de corte ou reestruturação, mas o que realmente define a demissão de um bom profissional é a incompatibilidade de objetivos. “Os principais motivos, falando genericamente, são quando a empresa está em processo de mudança, ou o funcionário tem um determinado comportamento ou atitude que não seja adequado ao ambiente organizacional e as regras propostas”, explica.
Muito mais do que passar conhecimento, os treinamentos têm como objetivo capacitar profissionais que, por sua vez, devem atender as expectativas das empresas. Treinar é a palavra chave para os que almejam sucesso, e muitas organizações já contam com planejamentos e programações especiais, focadas em suas necessidades, para construir equipes preparadas e atualizadas.






