A nova Microsoft – 2

Microsoft reduz preço do Windows Vista em 40%

Decidida a aumentar sua participação no mercado de usuários domésticos e de estudantes, a Microsoft anunciou que a partir desta terça-feira (1/7) os valores sugeridos ao consumidor final da versão Home & Student do Office 2007 permanecerá em R$ 199, enquanto a versão Home Basic do Windows Vista passará para R$ 299.

A redução é de 40% se comparada ao preço anterior e faz parte da estratégia da empresa de tornar os dois produtos mais acessíveis a uma maior parte da população. O anúncio é válido para as licenças FPP, também conhecidas como versão em caixas.

De acordo com o presidente da empresa no Brasil, Michel Levy, caso haja uma nova taxação com a reforma tributária em discussão em Brasília, a Microsoft continuará com essa política, pois a decisão de tornar os preços mais competitivos é uma estratégia no âmbito dos paises emergentes, em que o Brasil foi escolhido para o projeto piloto.

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Comentários sobre essa notícia já foram feitas nessa publicação.

Mas gostaria de acrescentar:

Vejo entre profissionais, “internautas” e muitos analistas um certo “oba-oba” exagerado com o fortalecimento de qualquer produto que venha a rivalizar com a Microsoft. Alguns têm bastante êxito como o Firefox, outros, nem tanto como o Open Office.

É claro que qualquer concorrência é maravilhosa. São essas “ameaças” que fazem a Microsoft tomarem atitudes nunca antes vista, tais como diminuição de preço e preocupação com qualidade e segurança.

De qualquer forma, são apenas passos tomados conforme as tendência de mercado. E, quanto a isso, a Microsoft e outras empresas que possuem boa diversidade de produtos, tradição e ditam padrões têm bastante gordura para queimar. E, digo mais, devem se querem garantir a própria sobrevivência.

Essa mesma concorrência vale, também, ao Google, Mozilla, Yahoo e todos que não estão em posição de destaque. São deles o objetivo de buscar alternativas ao padrão que mais seduza o público. Já o objetivo da Microsoft é se manter no topo. Quando outra ocupar essa posição, possivelmente, mudará suas estratégias, colocando em risco, inclusive, sua popularidade.

Então, pensem duas vezes antes de fazerem qualquer campanha gratuita a qualquer produto “anti-Microsoft”. Fico muito feliz com a concorrência, que nos tras bastante benefício, mas percebo que estamos dando visibilidade a empresas que apenas buscam enriquecer.

Não se engane:
Os meios capitalistas podem mudar, mas os fins continuam os mesmos.
No caso: O Google aposta na publicidade e venda de informações como forma de captação financeira e a Microsoft ainda está no modelo antigo de venda de licenças e serviços.

Mas podem me perguntar: Qual produto é o melhor?
Respondo:
Aquele que melhor atender aos critérios (benefício, segurança, eficiência, usabilidade, acessibilidade, compatibilidade, custo…) que julgarmos relevantes, com seus respectivos pesos. Ou seja, “cada um, com seu cada um”.

Ponto de reflexão: As práticas do Google podem ser bem mais convidativas, mas há motivos de sobra para, ao menos, desconfiar de sua segurança (ver imagem). Com tantos serviços gratuitos, uma enorme estrutura e informações de todos os tipos ao seu poder, como você acha que é capaz de ganhar tanto dinheiro ao ponto de rivalizar com a Microsoft, líder na venda de softwares corporativo? Esse está sendo o desafio que empresa anda enfrentando, a desconfiança do mundo.

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Em tempo….

E ainda trago de volta a pessoa amada em apenas dois dias. (Somente com foto)
Na próxima, irei colocar uma mesa redonda no meio da praça e fazer consulta.

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Postado por Rodrigo Seco em 03/07/2008
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