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| Publicado por Flávia Neves |
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Como se faz (A sardinha em lata)
Continuando a série com mais um mistério da humanidade, a sardinha em lata. Em um mundo tão preocupado com qualidade de vida, os enlatados vêm perdendo a vez. Mesmo assim, uma das formas de perder o medo é explorar o desconhecido. Além de muito interessante, nos oferece uma visão não muito cotidiana de como os enlatados são fabricados.
Dessa vez, o vídeo é totalmente em português. Apesar de ser um resumo e não entrar em detalhes, vale a pena conferir.
Bom fim de semana!
| Publicado por Rodrigo Seco |
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Marina Grossi: consciência sustentável nas empresas
Por Caio Lauer
A preocupação com o meio ambiente já é realidade no mundo corporativo. Grandes empresas enxergaram que preocupação ambiental está totalmente associada a manter a própria sustentabilidade da empresa.
O jornal Carreira & Sucesso conversou com Marina Grossi, presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável. O CEBDS existe há 13 anos e é uma coalizão dos maiores e mais expressivos grupos corporativos do Brasil. Com faturamento anual correspondente a 40% do PIB nacional, essas companhias geram juntas mais de 600 mil empregos diretos e um número maior ainda de empregos indiretos.
Marina fala sobre sua carreira, aponta a responsabilidade que as organizações devem ter com a sustentabilidade, e apresenta as oportunidades de novos negócios para as companhias e profissionais.
Ótima leitura!
Você tem um vasto currículo profissional na área de sustentabilidade. Como sua carreira se desenhou para esse ramo?
Sou economista por formação e em 1997, trabalhei no serviço público, na área de planejamentos. Fui negociadora do governo brasileiro para a área de Mudança do Clima e cuidei particularmente da construção do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, no Ministério de Ciências de Tecnologia. Esse foi meu primeiro contato profissional com a área de sustentabilidade. Nesta época, o tema era quase que desconhecido, poucas pessoas eram envolvidas com ele.
Os assuntos ligados às alterações climáticas são geopolíticos e têm relação com nosso padrão de vida atual. Ele permeia o universo dos transportes, planejamento urbano, entre outros, do nosso dia a dia. É uma questão que sempre me inquietou. Acabei ficando mais tempo agindo nesse segmento porque o leque de opções para atuar é tão grande que a diversificação de conhecimento é maior e sempre existem novos desafios. Então, fui assessora do Ministério – assessorei o ministro Ronaldo Sardenberg -, depois trabalhei na coordenação das Câmaras Temáticas de Mudança do Clima e Energia, e fui coordenadora do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas.
Posteriormente, abri uma consultoria, chamada Fábrica Ethica Brasil (FEB) e comecei a me envolver cada vez mais na área de sustentabilidade. A FEB focou bastante seus serviços em finanças sustentáveis. Buscando novos trabalhos nesta área, acabei chegando até o CEBDS, desenvolvi atividades que tomaram muito meu tempo lá dentro e acabei me tornando assessora da presidência, e posteriormente, diretora.
| Publicado por Rodrigo Seco |
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Piscina no céu
Você já pensou em curtir um mergulho em uma piscina na cobertura de um arranha céu? Que tal no 55º andar?
| Publicado por Rodrigo Seco |
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Como se faz (A salsicha)
Sempre tentei fazer uma série com vídeos sobre a fabricação de diferentes produtos ou curiosidades sobre tecnologia. Essa semana estava navegando pelo YouTube quando me deparei com um vídeo interessante mostrando como se fabrica a Salsicha. Imediatamente vi que era o momento de começar mais uma série.
Então, veja o vídeo abaixo que demonstra como se fabrica a salsicha. Antes de assistir, já imaginei que seria algo aterrorizante, que me faria a desistir dos cachorros-quentes. Mas, vi que é um processo tranquilo e bem interessante. A versão está em inglês e sem legenda. Não precisa ser fluente para entender o vídeo. Até pelas figuras é possível entender as técnicas usadas. Vale a pena assistir.
Na semana que vem, vou procurar outro vídeo igualmente interessante.
Bom fim de semana!
| Publicado por Rodrigo Seco |
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Designer critica logo da Copa 2014: “É uma porcaria”
por Dayanne Sousa

Logo da Copa do Mundo de 2014
O logotipo da Copa do Mundo do Brasil não representa o país, sentencia o designer gráfico Alexandre Wollner. Autor de mais de 180 logotipos – entre eles alguns bem familiares, como o do Itaú ou da Papaiz – ele ficou bastante insatisfeito com a marca oficial da Copa de 2014. “É uma porcaria”, lamenta.
A piada que ficou famosa no Twitter depois da divulgação do logo nesta quinta (8) comparou a marca com a silhueta do líder espírita Chico Xavier. Wollner também enxergou no desenho um rosto, mas fez uma crítica ainda mais ferrenha.
- Olha bem para o desenho: é uma cara com a mão no rosto dizendo “que vergonha”. Sabe quando você fala “que vergonha” e põe a mão no rosto?
O objetivo do logo é representar a taça da Copa usando mãos que se entrelaçam. A escolha, porém, foi cercada de polêmica. A ADG (Associação dos Designers Gráficos do Brasil) publicou uma nota em que disse que foi excluída do processo pela Fifa. Além disso, o júri que elegeu o vencedor não foi composto por especialistas, mas tinha a modelo Gisele Bündchen, o escritor Paulo Coelho e a cantora Ivete Sangalo.
Para Wollner, o processo foi antiético:
- É isso que é a falta de ética. Não respeitam os profissionais, o profissionalismo.
Leia a entrevista na íntegra.
| Publicado por Flávia Neves |
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A tecnologia quebra recordes no esporte (Parte V – A bola e o futebol)

A bola e o futebol
O futebol, ou “bola jogada com os pés”, consiste em conduzir uma bola até o interior do retângulo formado por balizas defendidas pelo time adversário. Cada vez que isso acontece, a equipe conquista um ponto, popularmente conhecido como gol. Ganha o jogo a equipe que conquistar mais pontos. O jogo é jogado por duas equipes com onze jogadores cada, com os objetivos de defender sua metade do campo e avançar até o gol adversário em dois tempos de quarenta e cinco minutos, mais os acréscimos do juiz.
É difícil de acreditar como um jogo que reúne apenas dezessete regras foi capaz de conquistar adeptos ao redor do mundo. Essa popularidade pôde ser comprovada durante a final da copa do mundo na África do sul, quando a Espanha se consagrou campeã em cima da Holanda, onde, segundo dados da própria FIFA, mais de um bilhão de pessoas acompanharam o jogo em todo o mundo. São números que impressionam e demonstram o poder desse esporte.
Muitos analistas acreditam que a fórmula desse sucesso está na manutenção das origens. Talvez seja por esse motivo que a federação internacional sempre se esquivou quando o assunto foi o uso da tecnologia. Em certos aspectos, o futebol de anos atrás pode ser considerado como o mesmo, ao jogado nos dias de hoje. Principalmente quando observamos friamente as regras do jogo, a estrutura e o uso da tecnologia. Mesmo assim, as quando assistimos a um jogo do meio do século passado e comparamos com um atual, percebemos diferenças consideráveis na forma de se jogar futebol e características físicas muito diferentes. Então, como justificar tamanha evolução?
| Publicado por Rodrigo Seco |
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Convivendo com a competição
por Maiara Tortorette
O mercado de trabalho está cada vez mais concorrido, no entanto, a busca e conquista do emprego é somente o princípio da competitividade profissional. Dentro das organizações, essa também é uma prática comum e não se pode definir o ônus desta competição, senão diante do contexto e objetivos a que se propõe alcançar.
Em uma equipe de vendas, por exemplo, estimular a competição é extremamente saudável, aumenta a probabilidade de crescimento nos resultados e premia os profissionais de melhor desempenho. No entanto, no caso da disputa por uma promoção, por exemplo, a situação pode ser desagradável e criar um clima negativo dentro da empresa e entre os colaboradores.
Orlando Pavani Junior, CEO da Gauss Consulting, acredita que com regras bem definidas e de comum acordo, uma disputa pode ser saudável tanto à empresa quanto aos colaboradores. “O que traz sucesso e saúde refere-se preponderantemente ao compartilhamento livre dos critérios adotados para a competição meritocrática (sistema onde o mérito pessoal determina a hierarquia), o que, infelizmente nem sempre acontece. Ou seja, as empresas estabelecem critérios competitivos sem entrar em acordo com todas as partes interessadas”.
| Publicado por Rodrigo Seco |
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