Como se faz (A sardinha em lata)

Continuando a série com mais um mistério da humanidade, a sardinha em lata. Em um mundo tão preocupado com qualidade de vida, os enlatados vêm perdendo a vez. Mesmo assim, uma das formas de perder o medo é explorar o desconhecido. Além de muito interessante, nos oferece uma visão não muito cotidiana de como os enlatados são fabricados.

Dessa vez, o vídeo é totalmente em português. Apesar de ser um resumo e não entrar em detalhes, vale a pena conferir.

Bom fim de semana!

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Marina Grossi: consciência sustentável nas empresas

Por Caio Lauer

A preocupação com o meio ambiente já é realidade no mundo corporativo. Grandes empresas enxergaram que preocupação ambiental está totalmente associada a manter a própria sustentabilidade da empresa.

O jornal Carreira & Sucesso conversou com Marina Grossi, presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável. O CEBDS existe há 13 anos e é uma coalizão dos maiores e mais expressivos grupos corporativos do Brasil. Com faturamento anual correspondente a 40% do PIB nacional, essas companhias geram juntas mais de 600 mil empregos diretos e um número maior ainda de empregos indiretos.

Marina fala sobre sua carreira, aponta a responsabilidade que as organizações devem ter com a sustentabilidade, e apresenta as oportunidades de novos negócios para as companhias e profissionais.

Ótima leitura!

Você tem um vasto currículo profissional na área de sustentabilidade. Como sua carreira se desenhou para esse ramo?

Sou economista por formação e em 1997, trabalhei no serviço público, na área de planejamentos. Fui negociadora do governo brasileiro para a área de Mudança do Clima e cuidei particularmente da construção do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, no Ministério de Ciências de Tecnologia. Esse foi meu primeiro contato profissional com a área de sustentabilidade. Nesta época, o tema era quase que desconhecido, poucas pessoas eram envolvidas com ele.

Os assuntos ligados às alterações climáticas são geopolíticos e têm relação com nosso padrão de vida atual. Ele permeia o universo dos transportes, planejamento urbano, entre outros, do nosso dia a dia. É uma questão que sempre me inquietou. Acabei ficando mais tempo agindo nesse segmento porque o leque de opções para atuar é tão grande que a diversificação de conhecimento é maior e sempre existem novos desafios. Então, fui assessora do Ministério – assessorei o ministro Ronaldo Sardenberg -, depois trabalhei na coordenação das Câmaras Temáticas de Mudança do Clima e Energia, e fui coordenadora do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas.

Posteriormente, abri uma consultoria, chamada Fábrica Ethica Brasil (FEB) e comecei a me envolver cada vez mais na área de sustentabilidade. A FEB focou bastante seus serviços em finanças sustentáveis. Buscando novos trabalhos nesta área, acabei chegando até o CEBDS, desenvolvi atividades que tomaram muito meu tempo lá dentro e acabei me tornando assessora da presidência, e posteriormente, diretora.

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Piscina no céu

Você já pensou em curtir um mergulho em uma piscina na cobertura de um arranha céu? Que tal no 55º andar?

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Como se faz (A salsicha)

Sempre tentei fazer uma série com vídeos sobre a fabricação de diferentes produtos ou curiosidades sobre tecnologia. Essa semana estava navegando pelo YouTube quando me deparei com um vídeo interessante mostrando como se fabrica a Salsicha. Imediatamente vi que era o momento de começar mais uma série.

Então, veja o vídeo abaixo que demonstra como se fabrica a salsicha. Antes de assistir, já imaginei que seria algo aterrorizante, que me faria a desistir dos cachorros-quentes. Mas, vi que é um processo tranquilo e bem interessante. A versão está em inglês e sem legenda. Não precisa ser fluente para entender o vídeo. Até pelas figuras é possível entender as técnicas usadas. Vale a pena assistir.

Na semana que vem, vou procurar outro vídeo igualmente interessante.
Bom fim de semana!

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Designer critica logo da Copa 2014: “É uma porcaria”

por Dayanne Sousa

Logo da Copa do Mundo de 2014

O logotipo da Copa do Mundo do Brasil não representa o país, sentencia o designer gráfico Alexandre Wollner. Autor de mais de 180 logotipos – entre eles alguns bem familiares, como o do Itaú ou da Papaiz – ele ficou bastante insatisfeito com a marca oficial da Copa de 2014. “É uma porcaria”, lamenta.

A piada que ficou famosa no Twitter depois da divulgação do logo nesta quinta (8) comparou a marca com a silhueta do líder espírita Chico Xavier. Wollner também enxergou no desenho um rosto, mas fez uma crítica ainda mais ferrenha.

- Olha bem para o desenho: é uma cara com a mão no rosto dizendo “que vergonha”. Sabe quando você fala “que vergonha” e põe a mão no rosto?

O objetivo do logo é representar a taça da Copa usando mãos que se entrelaçam. A escolha, porém, foi cercada de polêmica. A ADG (Associação dos Designers Gráficos do Brasil) publicou uma nota em que disse que foi excluída do processo pela Fifa. Além disso, o júri que elegeu o vencedor não foi composto por especialistas, mas tinha a modelo Gisele Bündchen, o escritor Paulo Coelho e a cantora Ivete Sangalo.

Para Wollner, o processo foi antiético:

- É isso que é a falta de ética. Não respeitam os profissionais, o profissionalismo.

Leia a entrevista na íntegra.

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A tecnologia quebra recordes no esporte (Parte V – A bola e o futebol)

A bola e o futebol

O futebol, ou “bola jogada com os pés”, consiste em conduzir uma bola até o interior do retângulo formado por balizas defendidas pelo time adversário. Cada vez que isso acontece, a equipe conquista um ponto, popularmente conhecido como gol. Ganha o jogo a equipe que conquistar mais pontos. O jogo é jogado por duas equipes com onze jogadores cada, com os objetivos de defender sua metade do campo e avançar até o gol adversário em dois tempos de quarenta e cinco minutos, mais os acréscimos do juiz.

É difícil de acreditar como um jogo que reúne apenas dezessete regras foi capaz de conquistar adeptos ao redor do mundo. Essa popularidade pôde ser comprovada durante a final da copa do mundo na África do sul, quando a Espanha se consagrou campeã em cima da Holanda, onde, segundo dados da própria FIFA, mais de um bilhão de pessoas acompanharam o jogo em todo o mundo. São números que impressionam e demonstram o poder desse esporte.

Muitos analistas acreditam que a fórmula desse sucesso está na manutenção das origens. Talvez seja por esse motivo que a federação internacional sempre se esquivou quando o assunto foi o uso da tecnologia. Em certos aspectos, o futebol de anos atrás pode ser considerado como o mesmo, ao jogado nos dias de hoje. Principalmente quando observamos friamente as regras do jogo, a estrutura e o uso da tecnologia. Mesmo assim, as quando assistimos a um jogo do meio do século passado e comparamos com um atual, percebemos diferenças consideráveis na forma de se jogar futebol e características físicas muito diferentes. Então, como justificar tamanha evolução?

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Convivendo com a competição

por Maiara Tortorette

O mercado de trabalho está cada vez mais concorrido, no entanto, a busca e conquista do emprego é somente o princípio da competitividade profissional. Dentro das organizações, essa também é uma prática comum e não se pode definir o ônus desta competição, senão diante do contexto e objetivos a que se propõe alcançar.

Em uma equipe de vendas, por exemplo, estimular a competição é extremamente saudável, aumenta a probabilidade de crescimento nos resultados e premia os profissionais de melhor desempenho. No entanto, no caso da disputa por uma promoção, por exemplo, a situação pode ser desagradável e criar um clima negativo dentro da empresa e entre os colaboradores.

Orlando Pavani Junior, CEO da Gauss Consulting, acredita que com regras bem definidas e de comum acordo, uma disputa pode ser saudável tanto à empresa quanto aos colaboradores. “O que traz sucesso e saúde refere-se preponderantemente ao compartilhamento livre dos critérios adotados para a competição meritocrática (sistema onde o mérito pessoal determina a hierarquia), o que, infelizmente nem sempre acontece. Ou seja, as empresas estabelecem critérios competitivos sem entrar em acordo com todas as partes interessadas”.

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Você está preparado para pista rápida?

novo Polo GTI europeu (centro)

novo Polo GTI europeu (centro)

A Volkswagen, para promover o novo Polo GTI, versão européia, utilizou um formato de publicidade que me agrada muito. Talvez tenha um nome específico, como tudo nesse meio, mas consiste em utilizar do cotidiano das pessoas para demonstrar uma característica do seu produto. Geralmente atuando em cima do improvável, provocando surpresa entre os “participantes” comuns, tende a impactar e atingir os objetivos pela graça e malícia dos seus idealizadores.

Pegando um pouco carona nos reality shows, vou preferir chamar a prática de “reality advertising”. Se alguém souber algum nome oficial, me avise que farei questão de aprender mais sobre o tema e divulgar para os leitores curiosos. O importante é que, a evolução dos comerciais vem transbordando as mídias e chegando ao nosso cotidiano. Se não bastasse os projetores “vivos” espalhados nos shoppings (aqueles em que as crianças adoram pular e provocar reações nas imagens), agora podemos fazer parte e contribuir com a idéia. No mínimo, uma iniciativa bastante interessante.

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