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Foco nas oportunidades (Parte VII: A barata na cozinha e os riscos)

Seu risco

Um dia desses, descansava depois de um dia de trabalho no sofá de casa, quando ouvi um grito vindo da cozinha. Uma barata! Gritou minha mãe após alguns golpes com o chinelo. Imediatamente foi aberto um inquérito entre os familiares para identificar as causas da invasão. Quem deixou a porta aberta? De onde esse bicho veio? Será que passou pelo armário? Ao ver que a situação estava controlada, sai dizendo que somente me chamassem quando entrasse um dinossauro.

Piada a parte, interpreto a situação como um conflito de interesses. A cozinha tem uma certa relevância para a sobrevivência dentro de uma residência. Independente do seu tamanho ou dos recursos disponíveis, são geralmente utilizadas no armazenamento e preparo de alimentos. Devemos considerar que essas características são idéias para o aparecimento de animais indesejados. Na verdade, uma cozinha é tudo que uma barata sempre sonhou. Isso me permite concluir que esse fato é algo bastante previsível.

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A tecnologia e a infância (Parte IV: Gerenciando os riscos)

Lições aprendidas

Lições aprendidas

Hoje em dia, já crescido, tenho a visibilidade que tive uma boa educação. Os meus sucessos no âmbito social e profissional comprovam que adquiri conceitos e critérios capazes de garantir um futuro promissor e tranquilo. O diálogo e limites rígidos foram às principais referências utilizadas pelos meus pais durante a minha infância. Não posso prever qualquer imprevisto, mas consigo enxergar um caminho de oportunidades.

Não é possível avaliar se a dose adotada foi a ideal. Contudo, como ninguém se dedica visando o erro, a minha mãe costuma dizer que preferiu exagerar pelo zelo a errar pela omissão. Além disso, busca justificar os seus eventuais equívocos afirmando que nenhum filho vem com manual de instruções e que precisou atuar de acordo com as suas convicções.

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A tecnologia e a infância (Parte III: A difícil missão de educar)

Auto reconhecimento

Auto reconhecimento

Na última parte (A evolução natural), vimos como o desenvolvimento de uma criança está intimamente ligada ao seu auto conhecimento. Apontamos o seu potencial de síntese e extinto de explorador como dois lados de uma mesma moeda. Virtude e risco, onde o acompanhamento e a orientação são fundamentais durante toda a sua formação.

Além disso, destacamos o uso racional da tecnologia apenas como um apoio aos problemas enfrentados no dia-a-dia, sem que seja totalmente subtraído as oportunidades de buscar as suas próprias soluções. Mesmo que tenhamos as nossas visões calibradas sobre o mundo, a criança precisa criar as suas impressões e definir as suas estratégias. Esse exercício a capacitará a enfrentar, os seus desafios, sozinha, assim que atingir a maturidade.

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A tecnologia e a infância (Parte II: A evolução natural)

O ator

O ator

Dentro do útero, o bebê evolui em nove meses para estar totalmente apto para enfrentar os desafios do  mundo. Os sentidos, os orgãos, o aparelho locomotor são desenvolvidos e formarão o conjunto de recursos naturais que terá a disposição durante toda a sua vida.

Ainda há muito mistério sobre esse momento mais privado do ser-humano. De qualquer forma, após muitos chutes, já é a hora das cortinas se abrirem, é a hora do espetáculo.

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A tecnologia e a infância (Parte I: Conquistando o mundo)

Podemos não nos dar conta, mas é sabido que a tecnologia existe desde os primórdios da nossa existência. Ela não apenas caracteriza a evolução ou novidade, mas está presente em tudo que, de alguma forma, foi fundamental no auxílio nas práticas cotidianas, na sobrevivência da sociedade.

O nascimento é natural e comum à todos, o que nos diferencia é a nossa percepção do mundo que nos cerca. Como funciona essa percepção? Quais os limites da influência da tecnologia no comportamento e na personalidade de uma pessoa? Até que ponto a tecnologia pode ser útil ou prejudicial na educação infantil?

Toda criança busca uma identificação, um herói, uma imagem semelhança a ser seguida. Geralmente, observada dos adultos como os familiares, professores, seus ídolos e amigos. Da mesma forma, na escola, sua educação é baseada em costumes, valores e preconceitos definidos pela sociedade.

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