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Mesmo com menores salários, mulheres buscam igualdade

“Não existem mais mulheres como as de antigamente”. É comum escutarmos esta frase nos dias de hoje, pois realmente as mulheres de alguns anos atrás não existem mais. Elas evoluíram, conquistaram seu espaço no mundo e saíram em busca de reconhecimento profissional, deixando de cuidar apenas da família e da casa. Passaram a entrar nas organizações em áreas que jamais imaginaram atuar, lutam pelos seus direitos e, principalmente, pela igualdade de condições no mercado.

No entanto, mesmo após todas estas conquistas e a valorização no âmbito profissional, a constatação – segundo a 32ª edição da Pesquisa Salarial e de Benefícios da Catho Online, que estudou as principais diferenças entre homens e mulheres no mercado de trabalho – ainda aponta para uma inegável desigualdade salarial.

Para Silvana Di Marco, gerente da Pesquisa Salarial, o percentual de diferença salarial entre os sexos em todos os níveis hierárquicos é de 32,28%. Entretanto, ela esclarece que essa diferença tem fatores ligados não somente à discriminação sexual, mas também à diferença regional e até mesmo ao porte da empresa, uma vez que grande parte das mulheres atuam em pequenas e médias empresas. “Nas grandes empresas onde normalmente os salários são maiores (com faturamento acima de R$ 300 milhões), a porcentagem de mulheres é bem menor (28,5%)”, explica.

Outro fator que pode ter forte influência quanto às diferenças salariais é o de as mulheres ainda manterem uma “dupla jornada”, uma vez que, mesmo saindo para trabalhar, continuam cuidando das obrigações de casa. Desta forma, além de se preocuparem em manter uma estabilidade maior, não saindo em busca de novas oportunidades com melhor remuneração como fazem os homens, muitas acabam priorizando uma ocupação com horários mais flexíveis ou jornada reduzida, preenchendo, assim, cargos hierarquicamente inferiores aos dos homens.

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Mudar de carreira: qual o momento certo?

por Maiara Tortorette

Mudar de carreira é uma decisão que não deve ser tomada de um dia para o outro. Iniciar uma nova trajetória profissional pode ser o caminho adequado para muitos profissionais que não encontram satisfação e sucesso naquilo que fazem, no entanto, é preciso muita cautela para avaliar se esta é apenas uma vontade momentânea, causada por problemas na empresa ou até mesmo por um projeto que não deu certo, ou se realmente este momento merece atenção e investimento.

Sulivan Franca

Recomeçar exige muito mais do que vontade e entusiasmo. Além de aceitar uma remuneração mais baixa, o que é comum quando não se tem muita experiência em determinada área, o profissional também deve entender que precisará de muita dedicação para que o mercado o reconheça e para que seja capaz de assumir um novo cargo tendo as habilidades exigidas pelas organizações. Mas afinal, por onde começar?

“O primeiro ponto é identificar por qual motivo o profissional quer mudar de carreira”, define Sulivan França, presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching. Para ele é importante que se entenda o ocorrido para que este mesmo fator não volte a acontecer no futuro, seja nesta ou em outra área futura. Além disso, trata-se de uma reflexão tão necessária quanto imprescindível na escolha da futura carreira profissional, o que exige muito mais ponderação e objetividade para maiores probabilidades de acerto.

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